Balança comercial registra superávit de US$ 633 milhões

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Balança comercial registra superávit de US$ 633 milhões (Foto: Pexels) Balança comercial registra superávit de US$ 633 milhões

Nas duas primeiras semanas de agosto de 2019, que totalizaram 7 dias úteis, a balança comercial registrou superávit de US$ 633 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 6,114 bilhões e importações de US$ 5,480 bilhões, segundo dados do Ministério da Economia. No ano, as exportações somam US$ 136,114 bilhões e as importações, US$ 107,005 bilhões, com saldo positivo de US$ 29,108 bilhões.

Mês

Nas exportações, comparadas as médias até a 2ª semana de agosto/2019 (US$ 873,4 milhões) com a de agosto/2018 (US$ 929,4 milhões), houve queda de 6,0%, em razão da diminuição nas vendas de produtos manufaturados (-17,3%, de US$ 377,6 milhões para US$ 312,2 milhões, por conta de centrifugadores e aparelhos para filtrar ou depurar, automóveis de passageiros, laminados planos de ferro ou aço, tubos flexíveis, de ferro ou aço, óleos combustíveis, veículos de carga) e básicos (-4,4%, de US$ 459,9 milhões para US$ 439,5 milhões por conta de soja em grão, petróleo em bruto, farelo de soja, carne bovina, minério de manganês e minério de cobre).

Por outro lado, cresceu a venda de produtos semimanufaturados (+32,4%, de US$ 91,9 milhões para US$ 121,7 milhões em razão de semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas, açúcar em bruto, ferro fundido, ouro em formas semimanufaturadas). Relativamente a julho/2019, houve crescimento de 0,2%, em virtude do aumento nas vendas de produtos semimanufaturados (+16,8%, de US$ 104,2 milhões para US$ 121,7 milhões) e manufaturados (+8,7%, de US$ 287,1 milhões para US$ 312,2 milhões), enquanto decresceram as vendas de produtos básicos (-8,6%, de US$ 480,6 milhões para US$ 439,5 milhões).

Nas importações, a média diária até a 2ª semana de agosto/2019, de US$ 782,9 milhões, ficou 4,1% abaixo da média de agosto/2018 (US$ 816,4 milhões). Nesse comparativo, caíram os gastos, principalmente, com veículos automóveis e partes (-35,4%), cobre e suas obras (-35,1%), combustíveis e lubrificantes (-33,8%), alumínio e suas obras (-24,7%), adubos e fertilizantes (-15,5%). Ante julho/2019, registrou-se crescimento de 1,4%, pelo aumento nas compras de equipamentos mecânicos (+100,2%), siderúrgicos (+13,4%), equipamentos eletroeletrônicos (+12,9%), instrumentos de ótica e precisão (+11,8%), químicos orgânicos e inorgânicos (+8,6%).

(Redação – Investimentos e Notícias)