Taxa de desocupação é de 11,2% no trimestre

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Destaque Taxa de desocupação é de 11,2% no trimestre (Foto:Divulgação) Taxa de desocupação é de 11,2% no trimestre

A taxa de desocupação (11,2%) no trimestre móvel encerrado em janeiro de 2020 caiu nas duas comparações: -0,4 ponto percentual (p.p.) em relação ao trimestre de agosto a outubro de 2019 (11,6%) e -0,8 p.p. em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (12,0%), segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A população desocupada (11,9 milhões de pessoas) teve redução em ambas as comparações: -3,7%, (ou 453 mil pessoas a menos) em relação ao trimestre móvel anterior e -5,6% (712 mil pessoas a menos) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

A população ocupada (94,2 milhões) ficou estável em relação ao trimestre anterior.Já em relação ao mesmo trimestre do ano interior, houve alta de 2,0% (mais 1,9 milhão de pessoas).

A taxa de informalidade atingiu 40,7% da população ocupada, representando um contingente de 38,3 milhões de trabalhadores informais. No trimestre móvel anterior, essa taxa havia sido 41,2% e no mesmo trimestre do ano anterior, 40,6%.

A população fora da força de trabalho (65,7 milhões de pessoas) cresceu 1,3% em relação ao trimestre móvel anterior (mais 873 mil pessoas), enquanto apresentou estabilidade em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

A taxa composta de subutilização da força de trabalho (23,2%) variou -0,6 p.p. em relação ao trimestre móvel anterior (23,8%) e -1,0 p.p. em relação ao mesmo trimestre móvel do ano anterior (24,2%).

A população subutilizada (26,4 milhões de pessoas) caiu -2,7% (menos 744 mil pessoas), frente ao trimestre móvel anterior (27,1 milhões) e -3,4% (menos 919 mil pessoas) frente ao mesmo trimestre do ano passado.

A população desalentada (4,7 milhões) ficou estatisticamente estável em ambas as comparações, assim como o percentual de desalentados em relação à população na força de trabalho ou desalentada (4,2%).

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (exclusive trabalhadores domésticos) chegou a 33,7 milhões e cresceu em ambas as comparações: 1,5% (mais 504 mil pessoas) em relação ao trimestre móvel anterior e 2,6% (mais 845 mil pessoas) contra o mesmo trimestre do ano anterior.

A categoria dos empregados sem carteira assinada no setor privado (11,7 milhões de pessoas) ficou estável em relação ao trimestre móvel anterior e cresceu 3,7% ou mais 419 mil pessoas) comparada ao mesmo trimestre de 2019.

O número de trabalhadores por conta própria chegou a 24,6 milhões de pessoas e ficou estável em relação ao trimestre móvel anterior. Já em relação ao mesmo período do ano anterior, houve alta de 3,1% (mais 745 mil pessoas).

O rendimento médio real habitual (R$ 2.361) no trimestre móvel terminado em janeiro de 2020 apresentou estabilidade em todas as comparações.

A massa de rendimento real habitual (R$ 217,4 bilhões) ficou estável frente ao trimestre anterior e cresceu 2,2% frente ao mesmo trimestre do ano anterior.

(Redação – Investimentos e Notícias)