Lucro líquido gerencial do Santander Brasil sobe no 3T19

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Lucro líquido gerencial do Santander Brasil sobe no 3T19 (Foto: Pexels) Lucro líquido gerencial do Santander Brasil sobe no 3T19

O lucro líquido gerencial do Santander Brasil atingiu R$ 10.824 milhões nos nove primeiros meses de 2019, crescimento de 20,4% em doze meses e 1,9% em três meses. Já as receitas totais totalizaram R$ 48.336 milhões nos nove primeiros meses de 2019, aumento de 6,5% em doze meses e 0,3% em três meses.

As despesas gerais totalizaram R$ 15.561 milhões no acumulado do ano, crescimento de 5,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, explicado em grande parte, pelas maiores despesas com processamento de dados e serviços técnicos especializados e de terceiros, que acompanham o crescimento do negócio. Em três meses, as despesas subiram 1,1%, impactadas pelo acordo coletivo ocorrido em setembro de 2019.

A margem financeira bruta alcançou R$ 34.315 milhões nos nove meses de 2019, crescimento de 4,5% em doze meses (ou R$ 1.471 milhões) e praticamente estável em três meses.

A carteira de crédito total alcançou R$ 331.601 milhões ao final de setembro de 2019 com crescimento de 11,1% (ou alta de 10,7% desconsiderando o efeito da variação cambial). A tendência segue como segmentos de pessoa física e financiamento ao consumo apresentando desempenho superior ao da carteira de créditototal, com crescimento de 18,0% e 16,6% em doze meses, respectivamente. Como resultado, a participação de mercado em crédito atingiu 9,9% em setembro de 2019, expansão de 0,5 p.p. em relação ao mesmo período do ano anterior. 

Em três meses, a carteira de crédito total aumentou 4,4%. A carteira de crédito ampliada totalizou R$ 408.686 milhões, crescimentos de 7,3% em doze meses e 3,7% em três meses.

O índice de inadimplência acima de 90 dias atingiu 3,0%, alta de 0,1 p.p. em doze meses, devido, principalmente, ao crescimento da carteira de crédito de pessoas físicas, em linha com a estratégia do banco. Em três meses, o índice permaneceu estável.

O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE), ajustado pelo ágio, atingiu 21,2% no acumulado dos nove meses, alta de 1,8 p.p. em doze meses. No trimestre o índice atingiu 21,1% com leve queda de 0,2 p.p. e se mantendo em patamares confortáveis.

(Redação – Investimentos e Notícias)